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O director da Organização Não-Governamental Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD) alertou, ontem, que Cabo Delgado vive a pior crise humanitária das últimas décadas, situação agravada pela “actuação violenta” das forças governamentais.
“Cabo Delgado vive hoje a pior crise humanitária das últimas décadas com cerca de 600 mil pessoas deslocadas a precisarem de todo o tipo de assistência”, referiu Adriano Nuvunga, durante um ‘webinar’ de lançamento do relatório da Amnistia Internacional (AI) intitulado “O que Vi foi a Morte: Crimes de Guerra no Cabo Esquecido de Moçambique”.
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