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Portugueses divididos mas dispostos a “pagar o preço” de salvar a TAP

Rafael Barbosa

São 42% os que aceitam a injeção de três mil milhões de euros. Para 37%, o melhor é deixar falir a companhia.

A margem é escassa mas, quando confrontados entre deixar falir ou salvar a TAP, os portugueses inclinam-se para a necessidade de “pagar o preço” que permita à companhia continuar a voar. No entanto, e de acordo com o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF, há, nesta matéria, uma cisma geracional (os mais velhos contra os mais novos) e outro regional (o Norte contra as restantes regiões).

O tema ocupa o espaço mediático desde o final do mês de novembro. Primeiro, com as notícias que davam conta de um plano para despedir centenas de trabalhadores da TAP, depois, com os prejuízos de 700 milhões até setembro, e, já em dezembro, o que faltava conhecer do plano de reestruturação, com a redução da frota e das rotas e, cereja no topo do bolo, a necessidade de injetar cerca de três mil milhões de euros.

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