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ONG aponta o dedo ao Governo e afirma que há presos de consciência em Cabinda

Existem diversas denúncias de ativistas presos há vários meses, revela a organização

A Associação para o Desenvolvimento da Cultura para os Direitos Humanos em Cabinda (ADCDH) acusou o Governo angolano de utilizar as autoridades policiais e judiciais para silenciar sistematicamente vozes ativistas que clamam pela causa independentista de Cabinda.

Alexandre Kuanga Nsito, da ADCDH, disse ao portal Voa Português “não ser justa a detenção de ativistas pelo simples facto de terem produzido dísticos e panfletos a pedirem o calar das armas”, bem como a realização de um diálogo para a solução do problema no enclave.

O também ativista referia-se aos membros da União para a Independência de Cabinda detidos há vários meses, sem nenhuma acusação feita.

Em declarações a uma rádio local, o governador da província, Marcos Alexandre Nhunga, já desmentiu existirem no território prisioneiros de consciência. Para o representante máximo do Governo angolano no enclave, as pessoas que “confusão e violam a constituição da república” não podem ser consideradas prisioneiros de conciência.

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