A primeira-dama do Zimbabué, Auxillia Mnangagwa, nega ligações com o contrabando de ouro e desafia a polícia a mostrar “qualquer prova incriminatória” contra ela
A primeira-dama do Zimbabué também negou negócios ilegais com Henrietta Rushwaya – uma suspeita num caso de contrabando de ouro de alto perfil que foi presa na segunda-feira passada ao transportar 6 quilos de ouro na sua bagagem de mão no Aeroporto Internacional de Harare a caminho de Dubai, noticia a BBC.
A polícia referiu que Rushwaya não tinha as licenças de exportação necessárias mas ela negou as acusações no tribunal e aguarda uma decisão sobre o seu pedido de fiança.
A primeira-dama Auxillia Mnangagwa também refutou as acusações que pendem sobre o seu filho e alegadas ligações ao negócio criminoso do contrabando de ouro. “Dói-me que o meu filho, que é trabalhador e obediente, esteja a ser atacado apenas por ser membro da primeira família. Ele é uma pessoa que trabalha duramente e que se esforça para melhorar a cada dia”, declarou .
O Secretário de Informação do Zimbabué, Nick Mangwana, disse que as investigações policiais revelaram que as alegações que ligam a família do Presidente ao contrabando de ouro são “falsas e têm a intenção de intimidar as agências de aplicação da lei”.
O Zimbábue é um grande produtor de ouro e, no passado, muitas organizações criminosas ligadas ao contrabando beneficiaram da proteção de políticos poderosos.