Covid-19: Governo do Brasil corrige dados e diz que país somou 366 mortos em 24 horas - Plataforma Media

Covid-19: Governo do Brasil corrige dados e diz que país somou 366 mortos em 24 horas

O Governo brasileiro corrigiu no domingo os números inicialmente divulgados face à evolução epidemiológica da covid-19, informando que o país registou 366 mortes nas últimas 24 horas, ao invés das 566 antes noticiadas.

“O Ministério da Saúde atualiza os dados do balanço da covid-19. No boletim anterior havia um erro de digitação”, informou a tutela da Saúde em comunicado, retificando o número de mortos diário.

O total de infetados que o Brasil contabilizou nas últimas 24 horas mantém-se em 16.158.

O país sul-americano totaliza 120.828 vítimas mortais e 3.862.311 casos de infeção pelo novo coronavírus, sendo o segundo país do mundo com maior número de infetados e mortos, apenas atrás dos Estados Unidos da América.

A taxa de letalidade da doença em território brasileiro mantém-se nos 3,1%, quando a taxa de incidência é de 57,5 óbitos e de 1.837,9 casos por cada 100 mil habitantes.

Geograficamente, o foco da pandemia no país é o estado de São Paulo, que concentra oficialmente 803.404 pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus e 29.978 mortos.

Na lista de estados mais afetados seguem-se a Bahia, com 256.062 infetados e 5.344 vítimas mortais, e o Rio de Janeiro, que totaliza 223.302 casos e 16.027 óbitos.

De acordo com um consórcio formado pela imprensa brasileira, que decidiu colaborar na recolha de informações junto das secretarias de Saúde estaduais, o país registou mais 398 mortes e 15.151 novos infetados nas últimas 24 horas.

No total, o consórcio constituído pelos principais ‘media’ do Brasil indicou que o país contabiliza 3.862.116 casos e 120.896 mortos, desde o início da pandemia.

Apesar de o Brasil continuar a ser um dos países mais afetados pela pandemia, brasileiros aproveitaram o fim de semana de calor para irem às praias, provocando aglomerações e infringindo as determinações das autoridades locais, como foi o caso do Rio de Janeiro e de São Paulo, dois dos estados com maior número de infeções.

Na cidade do Rio de Janeiro, um decreto municipal autorizou os banhos de mar, mas não a permanência na areia. Contudo, muitos banhitas ocuparam os areais das praias do Leblon e de Ipanema, na zona sul da cidade.

Situação idêntica ocorreu nas praias de Santos, no litoral de São Paulo, onde uma multidão lotou as faixas de areia, segundo a imprensa local.

Este artigo está disponível em: English

Assine nossa Newsletter