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A FNE alertou esta segunda-feira (27) para a situação precária de cerca de oito mil professores que percorrem diariamente mais de 100 quilómetros (ida e volta) para dar aulas e muitos deles não têm direito ao subsídio de deslocação, o que resulta numa fatura “que pode chegar a 250 euros mensais em combustível”.
Em causa está a exclusão destes docentes dos apoios públicos: o subsídio extraordinário de deslocação contempla apenas quem fica colocado a mais de 70 km de casa, deixando desprotegidos aqueles que se encontram no intervalo entre os 50 km e os 70 km.