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Petrolífera francesa retoma perfuração em Angola

A petrolífera francesa Total anunciou, neste domingo, a retoma da perfuração offshore Angola com a plataforma Skyros.

De acordo com o anúncio publicado no site da Petro Angola, a petrolífera  revelou os seus planos de curto e médio prazo para as operações em Angola, onde é responsável por cerca de 50% da produção. O plano prevê, ainda, mais duas operações a iniciar na semana que se segue.

Em Maio deste ano, a petrolífera havia, no entanto, anunciado  que haveria novas perfurações para a produção de crude devido aos efeitos da pandemia. Na nota publicada, a empresa reconheceu que a crise causada pela Covid-19 e a queda dramática nos preços do petróleo impactaram na economia mundial a qual não estava imune.

Em resposta, a Total elaborou um plano de acção a nível do grupo para reduzir os seus investimentos, nomeadamente a “opex” e o programa de “buy-back”. A empresa também está focada em projectos já sancionados, como Zinia Fase 2 e Clov Fase 2 no Bloco 17 ou Caril e Mostarda East no Bloco 32.

A Total  garante ainda que está a acelerar as suas actividades offshore Angola e reiniciará a perfuração de poços, assim como realizará aquisições sísmicas e operações não rotineiras de produção e manutenção em ambos os blocos 17 e 32.

A plataforma Skyros já se encontra no Bloco 32 e a Maersk Voyager deve reiniciar a per­fu­ração no final de Agosto, enquanto o reinício da West Ge­mini é esperado nas próximas semanas, de acordo com o anúncio.

A  companhia petrolífera francesa aparece assim em primeiro  lugar  a reiniciar as actividades offshore não essenciais em An­gola. O relatório de estado das frotas da Maersk Drilling confirmam a retoma das operações da Total em Angola.

“A Total tomou a decisão de adiar os poços exploratórios inicialmente planeados para 2020-2021 para dar prioridade aos poços de desenvolvimento e acelerar a produção de petróleo”,  lê-se na publicação.

Além dos projectos de  tieback e infill” dos Blocos 17 e 32, a Total também está a es­tudar os planos de desenvolvimento nos campos de Begônia e Chissonga.

Estes dois investimentos, acrescenta a publicação, juntamente com o desenvolvimento previsto dos projectos da Cameia e do Golfinho nos recém-adquiridos Blocos 20 e 21, vão  sustentar a médio prazo os níveis de produção operada pela Total em Angola.

A empresa augura que os Blocos 29 e 48 sejam perfurados nos próximos anos, sendo que o Bloco 48 será perfurado em lâmina d’água de recorde mundial.

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