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Bomba nuclear: Uns têm, uns escondem, outros querem e alguns desistiram dela

Helena Tecedeiro

O Irão é neste momento o mais forte candidato a juntar-se aos nove países que possuem a arma nuclear – EUA, Rússia, Reino Unido, França, China, Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. Mas também há quem, como a África do Sul, tenha desistido da bomba já depois de a ter desenvolvido.

“Tínhamos de convencer o mundo de que não estávamos a jogar jogos, que destruímos aquelas bombas, que podemos dar conta de cada miligrama de matéria que havia nelas”, contava Frederik De Klerk em 2012 em Washington, recordando a sua decisão, quase duas décadas antes, de destruir as bombas atómicas que a África do Sul tinha desenvolvido. Em 1993 era uma África do Sul mergulhada em tensões e ódio que via De Klerk negociar com um recém-libertado Nelson Mandela o fim do apartheid e o início de um regime multirracial. E foi esse país que viu o presidente anunciar na televisão que tinham construído seis bombas atómicas em segredo, mas que as tinham desmantelado e acabado com o programa nuclear.

Até hoje, a África do Sul é o único país a ter desenvolvido a sua própria bomba atómica, desistindo dela de livre vontade.

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