Brasil regista 561 mortes e mais de 16 mil casos em 24 horas

Brasil regista 561 mortes e mais de 16 mil casos em 24 horas

Segundo informações publicadas num portal do Ministério da Saúde, o país soma agora 94.665 óbitos e 2.750.318 infeções provocadas pelo novo coronavírus.

Segundo o mesmo portal, 1.912.319 pacientes já são considerados recuperados da doença e outros 743.334 permanecem em acompanhamento.

Já o consórcio de empresas de comunicação social que, também, divulga os números da pandemia recolhidos junto das secretarias de saúde dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal anunciou que o país somou 18.043 casos da doença no último dia, atingindo um total de 2.751.665 infeções.

Nas últimas 24 horas, este consórcio confirmou 572 mortes devido ao novo coronavírus, contabilizando agora um total de 94.702 óbitos.

Hoje, o diretor de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, declarou numa conferência de imprensa que a pandemia no Brasil continua a ser muito preocupante.

“A situação no Brasil continua a ser muito preocupante, com muitos estados a relatarem um alto número de casos. A contagem média diária é de 60 mil [novos] casos e mais de mil mortes por dia”, afirmou Ryan.

Assim, o responsável da OMS apelou ao Brasil e a outros países na mesma situação, como o México e os Estados Unidos, que façam a sua parte para “detetar e isolar casos, rastrear contactos, quando possível. E criar condições nas quais a doença não se pode espalhar facilmente”.

Michael Ryan avaliou que o Brasil terá um longo caminho até sair da crise sanitária. Sugeriu que as autoridades repensem as suas estratégias para superar a pandemia.

O Governo brasileiro fez saber que tem agido para combater a doença e anunciou ter distribuído 8.923 ventiladores pulmonares pelo país.

O Ministério da Saúde destacou igualmente que habilitou e entregou 11.353 camas de tratamento intensivo usadas para pacientes em estado grave. E foi responsável pela distribuição de 216 milhões de unidades de equipamentos de proteção para médicos e enfermeiros.

Acrescentou ainda, que o Governo estuda uma medida provisória para viabilizar 100 milhões de doses da vacina de Oxford contra a Covid-19 no Brasil. A proposta prevê um crédito extraordinário no orçamento do Governo brasileiro em 1,9 mil milhões de reais (cerca de 300 milhões de euros).

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