O líder da milícia terá estado envolvido noutro homicídio na noite da morte de Marielle, o que leva as autoridades a descartarem a autoria.
A polícia descartou a suspeita de participação de Leonardo Gouvêa da Silva, conhecido como Mad, no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes no dia 14 de março de 2018. O miliciano foi preso nesta terça-feira (30), suspeito de ser um dos chefes do chamado Escritório do Crime, responsável por fazer homicídios por encomenda. As informações são do UOL.
O motivo de descartar a suspeita foi a descoberta do homicídio de Marcelo Diotti da Mata por Mad na mesma noite do assassinato da vereadora. A suspeita da polícia é de que ele era um desafeto do grupo criminoso. O Escritório do Crime também é suspeito de envolvimento no assassinato do PM Anderson Cláudio da Silva em abril de 2018.