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SOBEM SALÁRIOS, AUMENTAM OS IMIGRANTES

 

Em 2014, a média salarial aumentou cerca de 10.8% e subiu o peso dos trabalhadores não residentes na mão-de-obra local.

 

A mediana do rendimento mensal da população de Macau em 2014 fixou-se nas 13.300 patacas (cerca de 1.677 dólares, ao câmbio atual), o que representa um aumento anual de 10,8%.

De acordo com os Serviços de Estatística e Censos, a mediana salarial por agregado familiar cifrou-se em 27.000 patacas (3.400 dólares) no ano passado e a taxa de desemprego manteve-se em 1,7%.

Só no último trimestre do ano, os dados estatísticos apontam para uma mediana salarial geral de 14.000 patacas (1.768 dólares), incluindo os trabalhadores residentes e não residentes (pessoas que estão em Macau mediante uma autorização de permanência associada a um visto de trabalho). Este valor subiu 1.000 patacas (126 dólares) em termos trimestrais.

A mediana salarial dos residentes aponta para um valor de 16.000 (2.017 dólares), que aumentou 400 patacas (51 dólares) em relação ao trimestre anterior.

No quarto trimestre de 2014, Macau tinha uma população empregada composta por 398.600 pessoas, mais 2.400 que no período entre setembro e novembro.

 

MAIS IMIGRANTES

 

Os Trabalhadores Não Residentes em Macau, que totalizavam 170.346 pessoas no final de 2014, possuem cada vez mais peso no mercado laboral e contam já 42% da população ativa.

No cruzamento dos dados do número de Trabalhadores Não Residentes com a população empregada em Macau, o peso sobe ligeiramente para 42,7%.

Dados oficiais divulgados esta semana indicam que, no final de dezembro, a população ativa era de 405.500 pessoas, com 398.600 empregadas. Face a 2013, quando os Trabalhadores Não Residentes eram 137.838 pessoas, o peso que detinham na população ativa era de 36,54%, subindo para os 37,2% nas pessoas empregadas.

No final de 2013, a população ativa de Macau era de 377.200 pessoas e o número de empregados estava estimado em 370.400 pessoas.

Os Trabalhadores Não Residentes são pessoas do exterior autorizadas a residir em Macau por tempo determinado para suprirem mão-de-obra mais ou menos especializada que não é possível contratar entre os residentes locais.

Estes trabalhadores não adquirem, habitualmente, o direito de residência em Macau e não possuem quaisquer direitos de segurança social, assistências médica ou mesmo de comparticipação pecuniária, o cheque que nos últimos anos o Governo tem atribuído aos residentes.

No final de 2014, entre os 170.346 Trabalhadores Não Residentes em Macau, 110.654 eram cidadãos chineses, 21.549 das Filipinas, 13.533 do Vietname, as três maiores comunidades de “temporários” a residir em Macau.

O setor da construção era o que absorvia mais pessoas – 45.755 trabalhadores -, seguindo-se os hotéis, restaurantes e similares com 42.624 pessoas e as empregadas domésticas com 21.611 pessoas.

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