Jorge Jesus é o escolhido pelo presidente da FPF, Pedro Proença, para suceder a Roberto Martínez e iniciar um novo ciclo na equipa das quinas, tendo em vista os próximos grandes objetivos: o Europeu de 2028 e o Mundial de 2030, que terá Portugal como um dos países anfitriões.
Jorge Jesus, que deixou recentemente o comando do Al Nassr, está disponível para assumir pela primeira vez uma seleção nacional e terá aceite reduzir significativamente as exigências salariais. O treinador recebia cerca de 12 milhões de euros líquidos por época na Arábia Saudita, um valor considerado incompatível com a realidade financeira da Federação.
A escolha de Jesus surge depois de a FPF ter confirmado a saída de Roberto Martínez, após a eliminação de Portugal nos oitavos de final do Mundial frente à Espanha. A campanha da seleção ficou marcada por irregularidade e acabou por não cumprir o objetivo traçado pela estrutura federativa, que passava por atingir as meias-finais da competição.
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Além do contrato do novo selecionador, está também a ser definida a composição da equipa técnica. O nome de Pepe, antigo capitão da seleção portuguesa e jogador treinado por Jorge Jesus no Al Nassr, continua em cima da mesa para integrar a equipa como adjunto.
A Federação pretende fechar rapidamente o processo e anunciar oficialmente o sucessor de Martínez ainda esta semana. Caso se confirme, Jorge Jesus terá pela frente o desafio de liderar uma geração recheada de talento individual, mas que procura transformar qualidade em títulos internacionais.