A ação, realizada pela Unidade Regional do Norte, através das brigadas de Investigação Criminal e de Práticas Fraudulentas da Unidade Operacional do Porto, resultou de uma investigação desenvolvida ao longo de vários meses. Segundo a ASAE, a atividade era desenvolvida em instalações não licenciadas e sem cumprimento das normas técnicas e de segurança associadas ao manuseamento de gases de petróleo liquefeitos.
No local foi encontrado um sistema completo destinado ao enchimento ilegal de recipientes de vários operadores económicos nacionais, que eram posteriormente colocados no mercado “como se tivessem sido cheios por operadores autorizados”, colocando em risco os consumidores e comprometendo a integridade e a rastreabilidade do circuito legal de GPL.