A retirada das milhares de árvores derrubadas pela tempestade Kristin, na madrugada de 28 de janeiro, só deverá estar concluída dentro de três a quatro anos. A convicção é de Paulo Fernandes, coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro.
Contudo, há empresas de produtores florestais disponíveis para ajudar, se ficarem com o material lenhoso como contrapartida. Entre 1 de janeiro e 29 de junho deste ano, houve mais 1856 incêndios e arderam mais 7801 hectares do que no mesmo período de 2025. É preciso recuar a 2017 – ano dos trágicos incêndios de Pedrógão Grande – para ter mais área ardida na primeira metade do ano. O Norte foi a zona do país mais fustigada.
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