No prédio, voltado para a rua, funcionava uma papelaria e loja de lotaria e outros jogos. O dono do prédio apercebeu-se de um barulho intenso e viu rachaduras na parede. O edifício ruiu quando, nas traseiras, um trabalhador se preparava para dar início a obras de escavações. O lojista conseguiu ainda avisar o operário para sair do local.
“Eram 8.10 quando vi o pladur a ficar com rachadelas. Quando fui abrir a porta para sair, ela já não abria bem. Fui falar com o encarregado das obras, porque ele já andava a trabalhar com a máquina e começamos a ver o muro a ceder, as paredes a cair. Foi em coisa de 30 segundos”, contou Simões Lopes, de 72 anos, ao JN.