Segundo a Folha de S.Paulo, esses fármacos, como Ozempic, imitam o hormonio GLP-1, que estimula a produção de insulina e aumenta a sensação de saciedade. Como os seus receptores também estão presentes no coração, fígado e cérebro, surgiram hipóteses de efeitos mais amplos no organismo.
Algumas evidências já são mais consistentes. Estudos indicam que a semaglutida pode reduzir o risco de enfarte e AVC em grupos específicos, além de apresentar resultados positivos em casos de doença hepática gordurosa e apneia do sono. Há ainda investigações preliminares sobre redução do risco de certos tipos de cancro associados à obesidade.
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Apesar do potencial, os especialistas pedem cautela. Muitos estudos estão em fase inicial e persistem dúvidas sobre efeitos adversos e segurança a longo prazo. A confirmação desses novos usos dependerá de ensaios clínicos mais robustos e prolongados.