Para Ana Pires, da comissão executiva da CGTP, “independentemente do reconhecimento e mérito de cada um”, é preciso criar “mecanismos de desenvolvimento e de progresso que permitam ao conjunto dos trabalhadores ter uma perspetiva de carreira”. “O que só se faz com uma contratação coletiva que seja livre de chantagens e de normas como a caducidade, que precisam urgentemente de ser revogadas da legislação do trabalho.”
“Porque o que verdadeiramente interessa aos jovens são os vínculos estáveis, para permitir olhar para o futuro, permitir perspetivar poder vir a ter uma família com um salário digno que lhe permita viver respondendo às suas necessidades”, sustentou.