De acordo com o ranking, divulgado na terça-feira (21), a Universidade de Macau subiu seis posições para o 28.º lugar. A região conta ainda com mais duas instituições classificadas: a Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau (MUST na sigla inglesa), em 52.º lugar conjunto, e a Universidade Cidade de Macau, que se estreia na faixa 201–250.
O ranking asiático da THE baseia-se em métricas como “citações, excelência em investigação, patentes, internacionalização e ambiente de ensino”, oferecendo o que a organização descreve como a avaliação mais abrangente das universidades da região.
A edição de 2026 confirma a liderança da China, com a Universidade de Tsinghua a manter o primeiro lugar pelo oitavo ano consecutivo e a Universidade de Pequim em segundo.
O diretor de assuntos globais da THE, Phil Baty, afirmou num comunicado que os resultados demonstram “o desempenho extraordinário da China no ensino superior e na investigação”, destacando também a crescente influência do Sudeste Asiático, com a Malásia a emergir como “um importante protagonista no ensino superior, não apenas no continente, mas no mundo”.
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Cinco das dez primeiras posições são ocupadas por instituições chinesas, acompanhadas por duas universidades de Singapura, duas de Hong Kong e uma do Japão. A Universidade de Tóquio subiu para o quarto lugar conjunto, a melhor posição em uma década.
A Malásia também registou progressos, entrando no top 40 pela primeira vez com a Universiti Teknologi Petronas em 35.º lugar conjunto.
O país duplicou a presença no top 100 para seis universidades, incluindo a Sunway University, que deu um salto de quase 60 posições para o 84.º lugar conjunto.
No total, um recorde de 929 universidades de 36 países e territórios foram classificadas este ano, contra 853 em 2025. A Índia é o país mais representado, com 128 instituições, seguida pelo Japão (115) e pela Turquia (109). O Iémen surge pela primeira vez na tabela, com a Universidade de Taiz na faixa 501–600.