A Universidade de Macau integra o projeto como parceira principal, contribuindo para a preservação cultural e para a investigação em humanidades digitais. A plataforma vai usar inteligência artificial e processamento de linguagem natural para marcar os textos segundo padrões internacionais, identificando figuras históricas, personagens literárias e informações geográficas.
Em comunicado, o reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, descreveu o projeto como inovador e com visão de futuro, capaz de levar a obra de Camões para além do meio académico. A primeira fase da plataforma entra em funcionamento em meados de 2026 e a construção global fica concluída até ao final de 2027. O acesso será aberto e a base de conhecimento estará em permanente atualização.
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