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Incêndios na Amazónia brasileira em março cresceram 13.2%

Os incêndios no bioma são, em grande parte, resultado da desflorestação causada por atividades como a mineração ilegal e o comércio ilícito de madeira

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Os incêndios na Amazónia brasileira em março aumentaram 13,2% em comparação com o mesmo mês do ano passado, com 874 focos de incêndio, indicaram hoje fontes oficiais.

Em relação a fevereiro, o número de áreas em chamas na maior floresta tropical do planeta manteve-se estável, segundo dados do sistema de alertas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Os incêndios no bioma são, em grande parte, resultado da desflorestação causada por atividades como a mineração ilegal e o comércio ilícito de madeira.

Mas também do impacto das alterações climáticas, que provocam secas severas como a que a Amazónia viveu em 2024 devido aos efeitos do El Niño.

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Esse fenómeno meteorológico fez com que o Brasil registasse nesse ano a maior seca desde 1950, com problemas de escassez de água em 58% do território nacional. Só no bioma amazónico em 2024 registaram-se 140.328 incêndios, mais 42% do que em 2023 e o valor mais elevado em 17 anos.

Desde a chegada de Lula da Silva ao poder, em 2023, o Governo brasileiro destinou 815 milhões de reais (158 138 milhões de euros) para reduzir a desflorestação e os incêndios na Amazónia, conseguindo uma diminuição significativa em 70 municípios prioritários.

Os recursos foram utilizados para fiscalização, formação técnica e pagamentos a pequenos agricultores por serviços ambientais.

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