De acordo com o Instituto Cultural (IC), os CRASSH_Recycled “levam o público numa viagem auditiva de descoberta” ao “explorar o som de objetos” como baldes, capacetes de segurança, ou objetos que vão encontrando.
Entretanto, a Associação Cultural MoNo de Moçambique combina dança tradicional, percussão e canções ancestrais, inspirando-se em rituais, celebrações comunitárias e no simbolismo das tradições orais africanas.
O desfile deste ano terá um orçamento de 3,8 milhões de patacas (408 mil euros) e tem como tema “A Rota Marítima da Seda como uma ponte para o intercâmbio cultural”, promovendo a imagem de Macau como uma “janela vital para o intercâmbio cultural entre a China e o Ocidente”.
Leia também: UNESCO defende gastronomia como ponte de diálogo entre culturas em Macau
Esta edição do desfile, organizado anualmente desde 2011, conta com mais de 10 grupos artísticos, cerca de 1.600 artistas, de países e regiões importantes enquanto centros da Rota Marítima da Seda na Ásia, Europa e África, bem como 50 grupos locais.
A Rota da Seda foi uma antiga e vasta rede de rotas comerciais, ativa entre o século II a.C. e o século XV, que ligava a China ao Mediterrâneo e Europa, facilitando o transporte de seda, especiarias e o intercâmbio cultural, religioso e tecnológico entre o Oriente e o Ocidente.