O homem foi acusado na passada sexta-feira de ter abusado sexualmente de uma criança desde os oito anos, que atraía para sua casa “sob pretexto de poder usar o wi-fi”, explicou em comunicado a polícia inglesa.
A sentença foi conhecida depois do julgamento ter terminado em janeiro, na sequência de uma denúncia feita, após a vítima ter confidenciado a uma amiga o que o homem lhe fazia.
A detetive Ann Muldowney, citada no comunicado, considerou o homem como um “predador perigoso”, que “não demonstrou nenhum remorso pelo abuso sexual que obrigou uma criança vulnerável a suportar”.
“Abusou deliberadamente da sua posição como adulto de confiança para isolar e manipular a vítima, a fim de submetê-la a atos obscenos de violência sexual, e saúdo a sentença, que garante que ele não possa mais representar um risco para outras crianças inocentes”, salientou a detetive.
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O homem foi também obrigado a registar-se como agressor sexual pelo período de 10 anos na Ordem de Prevenção de Danos Sexuais (SHPO, na sigla em inglês).