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Crescimento da IA: Europa vence no uso individual, mas EUA dominam nas empresas

Enquanto os cidadãos europeus adotam ferramentas generativas com agilidade, o setor corporativo americano mantém a vantagem competitiva na implementação em larga escala, travada na Europa por regulação e falta de capital

O cenário global da Inteligência Artificial (IA) em 2025 revela um paradoxo: os cidadãos da União Europeia (UE) estão a adotar ferramentas de IA generativa mais rapidamente do que os norte-americanos, mas as grandes empresas dos EUA continuam a liderar a integração profunda desta tecnologia para aumentar a produtividade.

Dados do Eurostat (dezembro de 2025) indicam que 32,7% da população da UE utiliza ferramentas de IA, superando os 28,3% da população ativa nos EUA (segundo o Oliver Wyman Forum). Países como Dinamarca (48,4%) e Estónia (46,6%) lideram. Portugal, no entanto, situa-se entre os 20% e os 25%, abaixo da média comunitária.

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