O príncipe Harry utilizou o seu depoimento desta quarta-feira, 21 de janeiro, no Supremo Tribunal de Londres, para traçar um retrato intenso do impacto da imprensa britânica na sua vida pessoal, focando-se especificamente no que descreveu como o sofrimento causado à sua mulher, Meghan Markle.
Segundo o duque de Sussex, a sua decisão de avançar com processos judiciais contra a Associated Newspapers Limited (ANL) deveu-se à necessidade imperativa de travar uma campanha mediática que estaria a “destruir” a vida da sua companheira.
Harry explicou que a passividade da Família Real – a quem se refere frequentemente como “A Instituição” – o deixou sem defesas enquanto via a sua mulher ser alvo de métodos ilegais de recolha de informação. “Não era permitido” queixarem-se ou agirem legalmente no passado, uma restrição que, segundo o príncipe, permitiu que a situação escalasse de forma insustentável, afirmou, segundo a CNN Internacional.
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