“O processo foi aberto pela escola, com conhecimento da Inspeção Geral do Ensino e Ciência”, afirmou a mesma fonte, precisando que a docente já não se encontra a dar aulas.
A fonte explicou que o processo foi aberto pela direção na sequência do ocorrido na sala de aula.
A alegada agressão foi filmada por outro aluno e partilhada nas redes sociais, o que, segundo a fonte, “também constitui um ilícito”, que será averiguado pelo estabelecimento escolar.
Em comunicado, divulgado na rede social Facebook, a direção da escola afirmou que os “factos estão a ser objeto de acompanhamento rigoroso, tendo sido desencadeados os procedimentos internos e legais adequados”.
“A Escola Portuguesa de Díli reafirma o seu compromisso inequívoco com a proteção dos seus alunos e com a promoção de um ambiente educativo, seguro, respeitador e inclusivo, rejeitando de forma clara qualquer tipo de violência, discriminação ou comportamento contrário aos princípios e valores que regem as escolas portuguesas no estrangeiro”, pode ler-se no comunicado.
A direção do estabelecimento de ensino apela também à “serenidade e sentido de responsabilidade de toda a comunidade escolar, solicitando que se aguarde o normal decurso dos procedimentos, salvaguardando a confidencialidade necessária” para um correto e justo apuramento dos factos.
“A direção continuará a acompanhar a situação e assegura que serão tomadas as medidas consideradas adequadas, nos termos da lei e dos regulamentos em vigor”, salienta.
A escola portuguesa de Díli, fundada em 2002, tem 86 professores e é frequentada por mais de 1.400 alunos.