“Precisamos de intervenção porque as pessoas estão a morrer. Precisamos de uma parceria global da Europa, das Nações Unidas, das organizações internacionais da Europa e dos Estados Unidos, do Canadá e dos países da Commonwealth”, afirmou Salah Abbassi, em declarações à agência Lusa.
O ativista, que tem dupla nacionalidade (iraniana e portuguesa), pediu que os países ocidentais e as organizações internacionais “se reúnam e abordem a questão de forma eficaz” porque, defendeu, o regime da República Islâmica “não é diferente dos nazis”.
Abassi sublinhou ainda que os milhares de iranianos que nas últimas duas semanas vão todos os dias para as ruas de várias cidades do país para contestar o regime “não estão a debater política”, mas sim “uma questão de direitos humanos”.
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