Manuel Tiago Dias prestava declarações aos órgãos de comunicação social no salão nobre do banco central, em reacção da divulgação da nota de imprensa do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) referentes ao período de Janeiro a Novembro de 2025, na qual sobressai a desaceleração da inflação em torno de 11,80 pontos percentuais face a Dezembro de 2024, com impacto no abrandamento da subida dos preços.
De acordo com as estatísticas citadas por Manuel Tiago Dias, a classe da alimentação e bebidas não alcoólicas, com -8,25 pontos percentuais, os bens e serviços diversos, com uma contribuição de -0,74 pontos percentuais e a Saúde , -074 pontos percentuais, foram os segmentos que maior influência tiveram no resultado alcançado, quando as previsões do BNA apontavam para uma inflação à volta de 17 por cento.
“Trata-se de uma redução muito substancial da inflação no nosso país, muito embora estejamos consciente de que a taxa ainda continua alta, pelo que devemos continuar a trabalhar para que em 2026 a nossa economia continue a registar redução satisfatória da taxa de inflação, de modo a aproximá-la às taxas observadas na maior parte dos países da região da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC)”, disse Manuel Tiago Dias.
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