Ricardo Sá Fernandes, jurista que representa as associações da comunidade cigana que interpuseram a ação contra o presidente do Chega, afirmou ao JN que os “autores da ação congratulam-se com o cumprimento da decisão judicial”, mas ainda estão a avaliar “outras iniciativas” contra os novos cartazes afixados pelo líder do Chega. “As minorias “do costume” têm de cumprir a lei”, lê-se nos outdoors mais recentes.
De acordo com o advogado, os autores da ação consideram que a mensagem se trata de “uma provocação”, mas ainda não decidiram se vão avançar com uma nova iniciativa judicial por não quererem “alimentar” a polémica. “As pessoas ciganas que propuseram esta ação querem contribuir para a pacificação da sociedade portuguesa, no sentido da eliminação de todos os comportamentos segregacionistas e xenófobos em relação a quaisquer minorias”, acrescentou Ricardo Sá Fernandes.
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