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EUA preparam-se para exigir “história digital” a quem quer entrar no país

A administração Trump ainda não se pronunciou, mas está em consulta pública uma proposta das autoridades de segurança interna e controlo aduaneiro que recomenda uma vigilância digital muito mais apertada. Propõe que se exija aos visitante dados, como o que têm feito nas redes sociais, números de telemóvel usados nos últimos anos, endereços de e-mail ou vestígios de ADN

A ideia é que mesmo os cidadãos de países como Portugal, isentos de visto para visitar os Estados Unidos até 90 dias, passem a ter de disponibilizar novos dados. As autoridades poderão exigir dados sobre o uso das redes sociais nos últimos cinco anos, números de telefone que a pessoa usou nesse período, endereços de e-mail da última década e informação sobre familiares.

O controlo de dados biométricos também se alarga. Em vez da fotografia de rosto e impressões digitais – que são atualmente pedidas – passa a ser preciso disponibilizar também, obrigatoriamente, uma selfie, vestígios de ADN e a leitura da íris.

A proposta pretende responder a alegadas preocupações de segurança da Administração Trump, mas além de dificultar ou mesmo, nalguns casos, limitar a entrada nos Estados Unidos, é também considerada perigosa no que toca a direitos digitais e de privacidade.

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