Quando em 15 de setembro de 2023 Bruce Teixeira foi intercetado pelas autoridades policias ao volante da viatura existiam algumas dúvidas quanto à propriedade do veículo, nomeadamente pelo facto de o carro ter matrícula provisória e seguro (ainda que inválido) em nome de Bruce, bem como se havia sido adquirido pelo arguido com dinheiro, alegadamente, proveniente do tráfico de droga. Mas essas dúvidas sobre a titularidade do automóvel foram recentemente dissipadas, o que levou o legítimo proprietário, que não Bruce Teixeira, a pedir ao Juízo Central Criminal do Porto que fosse levantada a apreensão.
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