Os pontos quentes para o debate estão nas propostas do Chega e do Partido Socialista (PS), que o PSD não aceita.
O partido político de André Ventura colocou, na segunda-feira, como condição para um acordo em torno da lei de estrangeiros que a nova legislação estipule que os imigrantes tenham de ter cinco anos de descontos para poderem receber apoios sociais. (LER MAIS AQUI)
“Viola o princípio da dignidade humana”, reage o vice-presidente da bancada do PSD, António Rodrigues, ao jornal Público.
Por sua vez, os socialistas sugerem que um vínculo de trabalho por 180 dias apresentado pelo imigrante seja suficiente para garantir a autorização de residência. Para o PSD, citado no mesmo jornal, isso é “um regresso ao passado e à manifestação de interesse”. Na TSF, o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, rejeitou esta ideia: “Uma imigração regulada é uma imigração também orientada para o desenvolvimento da economia portuguesa.”
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