Segundo o JN apurou, o atleta, com sete anos, tinha entrado em campo há pouco tempo e estava na fase de aquecimento quando, por motivos ainda não apurados, sofreu uma paragem cardiorrespiratória.
A criança foi assistida, de imediato, pelos técnicos do clube, inclusive por um credenciado pelo INEM para atuar neste tipo de emergências. Este técnico recorreu a um desfibrilhador para manter o jovem jogador com vida até à chegada dos elementos da viatura médica de emergência e reanimação, que continuaram com as tentativas de reanimação. A vítima seria, depois, levada para o Hospital de São João, onde foi declarado o óbito.
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