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A entrevista de Jim Acosta a um avatar gerado por inteligência artificial (IA) de uma das vítimas do tiroteio na escola de Parkland em 2018 está a desencadear, nos EUA, um intenso debate sobre a ética jornalística.
Publicada na passada segunda-feira, 4 de agosto, no que seria o 25.º aniversário de Joaquin Oliver, a peça divide opiniões: enquanto Acosta a defende como uma forma de honrar a memória de uma vítima e um exemplo de um trabalho jornalístico de “ponta”, os críticos consideraram-na “grotesca” e “aproveitamento”.
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