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Nos últimos 45 anos morreram em serviço 257 bombeiros portugueses

Em três semanas foram assistidos 140 operacionais. Registados neste ano dois óbitos, ambos em acidentes de viação a caminho ou no regresso do combate a fogos.

Nos últimos 45 anos morreram em serviço 257 bombeiros, sendo 1985 o ano mais negro, com 19 óbitos no combate a um incêndio florestal. Neste ano, contam-se duas mortes: um bombeiro de Odemira, em janeiro, na sequência de um despiste; e o bombeiro da Covilhã que perdeu a vida no passado domingo no decorrer de um capotamento. Ambos em contexto de combate a fogos. Num ano que soma já cerca de 240 feridos, mais de metade nas três últimas semanas.

Os números foram facultados ao JN pela Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), contabilizando-se, desde 1980, 257 bombeiros mortos em serviço. Com 1985, 1986 e 2005 a responderem, respetivamente, pelo maior número de óbitos: 19, 18 e 16. Em 2013, quando arderam mais de 150 mil hectares de floresta, dez bombeiros perderam a vida, sendo que apenas 2019 não regista qualquer óbito. Neste ano, como referido, faleceram dois bombeiros em acidentes de viação.

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