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Em comunicado, a organização refere que em causa está o papel de Adega “na campanha genocida israelita em Gaza, que envolveu graves violações do direito internacional”, incluindo “assassinatos seletivos de civis durante um cessar-fogo e a apropriação de propriedade civil para uso militar”.
A queixa formal foi apresentada no Departamento de Ação e Investigação Penal de Lisboa pela advogada portuguesa de direitos humanos Carmo Afonso e, aponta a fundação, baseia-se em extensa documentação recolhida pelas suas equipas jurídicas e de investigação.
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