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As exigências de Netanyahu para o fim da guerra em Gaza

Entrega das armas, a desmilitarização do enclave e o afastamento do grupo terrorista do governo do território são as condições impostas pelo primeiro-ministro israelita.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse esta quinta-feira, 10 de julho, que está preparado para negociar um cessar-fogo permanente a Faixa de Gaza se o Hamas aceitar os seus termos – a entrega das armas, a desmilitarização do enclave e o afastamento do grupo terrorista do governo do território. Mas não exclui regressar aos combates se, ao final dos 60 dias de cessar-fogo que estão a ser negociados, isso não tiver sido alcançado.

“Se estas condições puderem ser alcançadas através de negociações, isso será ótimo. Se não se puder alcançar através de negociações em 60 dias, vamos alcançar de outra forma. Usando a força do nosso exército heroico”, disse Netanyahu após uma homenagem a dois funcionários da embaixada de Israel nos EUA que foram assassinados em maio.

O primeiro-ministro terá indicado às famílias dos reféns que será o Hamas a escolher quem irá libertar. Ao abrigo do acordo que está a ser negociado em Doha, o grupo terrorista irá libertar 28 reféns (dos 50 que ainda tem), sendo que destes dez estão vivos e 18 já estão mortos. Na quarta-feira, o Hamas confirmou estar preparado para libertar dez reféns, mas disse que ainda não há acordo.

O grupo terrorista insistiu na sua oposição a um acordo que mantenha uma presença militar israelita no enclave. “Não podemos aceitar a continuação da ocupação das nossas terras e a redução do nosso povo a enclaves isolados sob o controlo do exército de ocupação”, sublinhou um alto funcionário do Hamas, Bassem Naim, à AFP.

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