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“Não queremos viver num país do medo.” Concentrações pelo país condenam racismo, partidos exigem “firmeza” contra violência de extrema-direita

“É preciso que os democratas não alinhem na falsa equivalência entre uma extrema-direita perigosa, violenta e muitas vezes assassina e uma eventual esquerda que, segundo alguns, também seria violenta. Isso não é verdade”

Centenas de pessoas concentraram-se na tarde deste domingo em frente ao Teatro A Barraca, em Lisboa, em solidariedade com o ator Adérito Lopes, agredido na terça-feira por um grupo ligado à extrema-direita. Ao mesmo tempo, iniciativas semelhantes decorreram também no Porto ou em Coimbra, entre outras cidades. Presentes no protesto na capital, o Livre, o PCP, o BE e o PAN exigiram uma resposta firme à violência da extrema-direita.

Com cartazes nas mãos e palavras de ordem contra a discriminação, os manifestantes ocuparam o Largo de Santos, num ambiente marcado por indignação e solidariedade ao mesmo tempo.

Sob o lema “Não queremos viver num país do medo”, a concentração em Lisboa contra o racismo e a violência foi organizada por diversas estruturas da sociedade civil, coletivos artísticos e associações, entre as quais a SOS Racismo, A Plateia ou os Artistas Unidos.

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