A intenção foi manifestada, ontem, em Luanda, pelo bispo Moisés Bernardo Jungo, no final de uma audiência que lhe foi concedida pelo Presidente da República, João Lourenço, no Palácio da Cidade Alta.
O prelado, responsável pela administração da Igreja Metodista no Leste de Angola, considerou o encontro frutífero, tendo sublinhado que o mesmo permitiu apresentar ao Chefe de Estado as linhas de pensamento da Conferência Anual do Leste em relação à forma como o reforço da relação entre a Igreja e o Governo pode ser feita.
“A Igreja está disponível para colaborar com o Governo em várias vertentes, assim como já temos feito com os governos das províncias nas quais estamos a supervisionar. Portanto, foi tudo bom, pela graça de Deus”, ressaltou o bispo Moisés Bernardo Jungo, que se socorreu do princípio segundo o qual “aquilo que o rei sabe o profeta não sabe e aquilo que o profeta sabe o rei não sabe”, para mostrar a necessidade do reforço das relações entre as duas instituições.
“Este foi o motivo pelo qual estivemos no Palácio para abordar com Sua Excelência o Presidente da República questões de várias índoles”, frisou.
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