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É a última intervenção que faz, enquanto chefe de Estado, num 10 de Junho.
Começa por destacar o papel de Lagos no passado, que já foi “ponto de encontro” e um “lugar simbólico” onde se é chamado a “recordar, a recriar e a agradecer”.
“Recordar aqueles que a fizeram e vieram de todas as partes”, desde “os fenícios” aos “nórdicos”. “Não há quem possa dizer que é mais puro e português do que qualquer outro”, atira.
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