A exemplo da coligação de centro-direita, há mais dois partidos que põem fim a um ciclo negativo e crescem quase um ponto de um dia para o outro: Livre (5,3%) e BE (3,2%). Ao contrário, a IL (6,3%) e o PAN (1,1%), perdem um pouco menos de um ponto. O Chega (17,8%) estaciona, depois de uma aceleração significativa e repentina. A CDU (3,2%) mantém-se estável. E o número de indecisos volta a crescer (18,3%).
Há boas e más notícias para Luís Montenegro neste 12.º dia de “tracking poll”. Depois de cinco dias em tendência de queda, a AD (33,1%) não só consegue estancar as perdas, como acrescenta um ponto percentual ao seu pecúlio. A coligação fica, no entanto, quase três pontos abaixo da sua melhor projeção, a 5 de maio. Na comparação com as legislativas do ano passado, continua a ser a força política que mais cresce (um pouco mais de quatro pontos), mas é insuficiente para a “maioria maior” que pedem os seus dirigentes. Mesmo na soma com um parceiro como a IL (coligação pós-eleitoral que se tornou tema de campanha), fica pouco acima dos 39 pontos, ou seja, bastante longe de uma hipotética maioria parlamentar.
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