Na manhã de 1º de maio, um homem exibiu uma faixa com a frase “Queremos que o governo reduza a mão de obra estrangeira” em frente à Direção dos Serviços para os Assuntos Laborais na Areia Preta, e acenou com a bandeira nacional chinesa e a bandeira da Região Administrativa Especial de Macau.
Vários polícias estiveram presentes para fazer a guarda e tirar fotografias. As imagens do protesto foram amplamente divulgadas nas redes sociais, atraindo a atenção e discussão entre os internautas.
Por volta das 19h do mesmo dia, a Polícia de Segurança Pública explicou o incidente à comunicação social por mensagem afirmando que às 9h25 daquela manhã, um homem local exibiu uma faixa e gritou slogans em frente à DSAL na Avenida Dr. Francisco Vieira Machado.
Segundo as autoridades, como nenhum pedido de autorização para protesto foi feito antecipadamente de acordo com a lei, os policias na zona advertiram repetidamente sem efeito e, em seguida, e levaram-no para uma esquadra para investigação.
Após investigação preliminar, a polícia apontou que o homem era suspeito de violar o Artigo 14, parágrafo 1 e o Artigo 5, parágrafo 1 da “Lei sobre o Direito de Reunião e Manifestação”, e pode ter violado o crime de desobediência agravada listado no Artigo 312, parágrafo 2 do Código Penal. O caso foi encaminhado ao Ministério Público para posterior análise.