“Este choque, não apenas legal nem político, mas sobretudo de juízo ético e moral sobre uma pessoa e a sua confiabilidade, suscitou uma questão nova: todos os esforços de entendimentos, mesmo mínimos, se revelaram impossíveis”, afirmou o presidente, para explicar o motivo pelo qual o Governo apresentou uma moção de confiança e “as oposições” a chumbaram.
“Para uns, com os factos invocados e os esclarecimentos dados, a confiança ética ou moral era óbvia. Para outros, com os mesmos factos invocados e os esclarecimentos dados, a desconfiança moral ou política é que era óbvia”, prosseguiu, concluindo que então “o acordo não era possível”.
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