Vladimir Putin vangloriou-se esta quinta-feira por a Rússia ter produzido dez vezes mais mísseis do que todos os países da NATO juntos e ameaçou um ataque aos centros de decisão em Kiev com o seu novo míssil balístico de alcance intermédio.
Durante a cimeira da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO) em Astana, o presidente russo disse que a Rússia foi forçada a implantar o novo míssil “em resposta às ações do inimigo”, numa referência à utilização, por parte da Ucrânia, de mísseis fabricados nos Estados Unidos dentro do território russo, e frisou que os equivalentes ocidentais ao novo míssil balístico não vão aparecer tão cedo.
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