No caso dos republicanos, a comitiva tentou construir pontes com pessoas influentes no campo trumpista para o caso de uma vitória do ex-presidente nas eleições americanas que ocorreram na terça-feira (5) —o que acabou se confirmando na manhã desta quarta.
Segundo pessoas com conhecimento da agenda, os compromissos ocorreram em setembro e foram costurados pela embaixada em Washington. O envio de uma comitiva de Brasília serviu para dar maior peso institucional às reuniões. Ocorreram encontros com parlamentares, assessores e membros de think tanks dos dois espectros políticos.
Confirmada a vitória de Trump, diplomatas brasileiros ouvidos pela Folha destacam a densidade da relação econômica entre Brasil e EUA e argumentam que isso precisa se sobrepor a qualquer divergência ideológica entre o republicano —principal ícone da extrema direita no globo— e Lula.
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