“O livro inicia com aquele episódio em que ele entra num avião e apercebe-se que foi envenenado, a 20 de agosto de 2020. Depois, ele vai para a Alemanha e, quando começa a recuperar lá na clínica alemã, ele começa a escrever as suas memórias.” Quem o diz é Ana Luísa Calmeiro, editora de “Patriota”, que conta na primeira pessoa memórias do líder da oposição russa.
À TSF, Ana Luísa Calmeiro diz que a autobiografia consegue dar “uma visão do homem no seu dia a dia”. A responsável pela edição descreve o livro como “intimista”, uma vez que inclui passagens do diário enquanto esteve preso, mas também relatos de “como viviam os seus pais, como viveu as suas férias na Ucrânia, porque o pai era ucraniano”, mas as histórias não ficam por aqui. “Tem um episódio muito, muito curioso sobre o acidente Nuclear de Chernobyl. Depois, a ascensão de Putin ao poder.”
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