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Indústria da moda exige medidas imediatas de combate às plataformas chinesas

O fim da legislação que permite que bens até 150 euros não paguem tarifas alfandegárias é reclamado como forma de pôr travão ao crescimento de grupos como Shein ou Temu, que inundam o mercado de produtos de 'ultra fast fashion', baratos mas sem qualidade. Os EUA anunciaram que o vão fazer, a UE também, mas não avança.

A Confederação Europeia da Indústria Têxtil e Vestuário, pediu à Comissão Europeia que avance com o “levantamento imediato” da isenção “de minimis” de 150 euros que “permite que as plataformas online vendam massivamente produtos têxteis de baixo valor na União Europeia”.

A medida faz parte de uma série de outras elencadas numa carta enviada, na semana passada, pela Euratex e assinada pelo líder português da confederação, Mário Jorge Machado, em nome das “200 mil empresas de têxteis e vestuário existentes na Europa”.

O documento, a que o Dinheiro Vivo teve acesso, visou felicitar Ursula von der Leyen pela sua reeleição, mas também fazer uma apreciação crítica às orientações políticas assumidas pela presidente da Comissão Europeia neste seu segundo mandato.

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