645
O coletivo de juízes deu como provado que o empresário apalpou a vítima, sua empregada à época, nos seios e nas nádegas e que a forçou a tocar-lhe nos genitais por cima da roupa.
Os factos remontam a maio do ano passado, quando o homem chamou a empregada ao escritório para “falar sobre as férias”.
Leia mais em Jornal de Notícias