Início » Amnistia defende que ataques de Israel contra civis em Rafah devem ser investigados como crimes de guerra

Amnistia defende que ataques de Israel contra civis em Rafah devem ser investigados como crimes de guerra

A organização não-governamental de defesa dos direitos humanos sublinhou que "uma nova investigação revela que Israel não tomou "as precauções possíveis" para proteger os civis nos ataques que efetuou ao sul da Faixa de Gaza

A Amnistia Internacional defendeu esta terça-feira que ataques israelitas contra combatentes do movimento islamita palestiniano Hamas e outros grupos armados, que mataram dezenas de civis deslocados em Rafah, no sul de Gaza, devem ser investigados como crimes de guerra.

Em comunicado, a organização não-governamental de defesa dos direitos humanos sublinhou que “uma nova investigação revela que Israel não tomou “as precauções possíveis” para proteger os civis nos ataques que efetuou ao sul da Faixa de Gaza, como tinha sido instado a fazer pela ONU e outras instituições internacionais.

“Em dois ataques contra comandantes e combatentes do Hamas e da Jihad Islâmica no sul da Faixa de Gaza ocupada, que ocorreram em maio, as forças israelitas não tomaram todas as precauções possíveis para evitar ou minimizar os danos causados a civis que se encontravam em campos de deslocados internos”, afirmou a Amnistia.

Leia mais em TSF

Contate-nos

Meio de comunicação social generalista, com foco na relação entre os Países de Língua Portuguesa e a China

Plataforma Studio

Newsletter

Subscreva a Newsletter Plataforma para se manter a par de tudo!