Elisete, mãe de Bruno Ribeiro, não via o filho há cinco anos e pode perder a possibilidade de fazer as despedidas fúnebres. “Esse rapaz tirou tudo o que eu tenho, tirou o meu filho, era tudo que eu tinha na vida. Porque fizeram isso com ele? Está doendo tanto”, afirmou ao G1. “A gente não tem apoio nenhum, nem do consulado, nem de nada. Eu não consegui tirar o meu passaporte de emergência, foi negado. Eu não tirei meu passaporte antes porque ele me disse que viria em dezembro. Não deu tempo”, acrescentou a mulher, que pede justiça.
Tal como o JN noticiou, o alerta foi para o crime foi dado antes das 5 horas para uma altercação ocorrida na Avenida Jorge V, envolvendo um funcionário de uma rulote, com pouco mais de 30 anos e que foi detido, e um cliente, o jovem de 22 anos, confirmou fonte da PSP. “Há uma troca de palavras e os funcionários da rulote terão sido ameaçados. É aí que o autor do crime sai de dentro do balcão, vem cá para fora e há a agressão”, explicou.
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