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A inexistência de orientações claras para a certificação de mortes naturais em casa e de controlo a posteriori dos procedimentos adotados nesse âmbito pelos clínicos estão a deixar a emissão de certificados de óbito no domicílio a cargo de médicos contactados por funerárias, que nem sempre se deslocam ao local do falecimento cujas causas atestam.
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